quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Free Running

Free running (abreviado como 3 Run) é uma atividade física, onde os praticantes (Runners) usam o ambiente disponível para a execução de movimentos baseados em liberdade e estética. Muitos praticantes consideram a prática como um esporte. Segundo algum destes, o Free Running se aproxima mais de uma atividade artística, o que o diferencia do Parkour, mas também requer um grande desempenho e mentalidade.
O Free Running incorpora movimentos dinâmicos de deslocamento do Parkour incrementados por acrobacias diversas, como movimentos de ginástica artística, "Tricking" e "Street Shunts", criando um rápido e estético modo de deslocamento. É praticado preferencialmente em ambientes que disponibilizem diversos obstáculos.
Sua criação é geralmente atribuída ao Sébastien Foucan e ao grupo Urban Free Flow, e geralmente é tido como uma arte não utilitária (conceito questionável), por fazer uso de técnicas de acrobacias, que requerem grande preparo físico e controle corporal, como saltos mortais e acrobacias, comum entende utilizados em Ginástica Olímpica ou de Acrobacias de Solo Circenses. O Free Running é uma arte que requer desempenho corporal extremo e desenvolvimento físico. Algumas acrobacias, como o Árabe ou o Double Leg, derivam de alguns esportes e artes marciais, tais como a Ginástica Olímpica e a Capoeira. Não deve ser executado em locais fechados ou pequenos, pois é preciso espaço, tempo e concentração.
Essa pratica ainda é pouca conhecida no Brasil, mas vem ganhando muitos seguidores assim como o Parkour. Existem fatores que diferenciam as duas atividades, sendo o Parkour baseado em superar obstáculos o mais rápido possível e o Free Running baseado no teor artístico e estético dos movimentos.

Carrinho de rolimã

Carrinho de rolimã ou carrinho de rolamentos é o nome dado a um carrinho, geralmente construído de madeira e rolamentos de aço, para a disputa de corridas ladeira abaixo. Ele geralmente é utilizado em descidas asfaltadas e lisas.
A construção de um carrinho geralmente é artesanal, feita com ferramentas simples, como martelo e serrote. O carrinho pode conter três ou quatro rolamentos (quase sempre usados, dispensados por mecânicas de automóveis) e é constituído de um corpo de madeira com um eixo móvel na frente, utilizado para controlar o carrinho enquanto este desce pela rua. . O freio deve ser um pouco maior que a distância do carrinho até o chão e precisa ficar em posição diagonal; para diminuir a velocidade deve puxar-se o pedaço de madeira ou uma barra de ferro para uma posição em que encoste no chão.

Não se sabe ao certo a origem. Ao que tudo indica os primeiros exemplares foram construídos em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte no final da década de 1960 e começo da década de 1970, primeiras cidades a terem ruas asfaltadas e topografia íngreme. Os rolamentos, também conhecidos como rolimãs (corruptela do francês roulement), eram obtidos em oficinas que faziam manutenção dos carros da época e a madeira, de sobra de caixas ou tábuas utilizadas em obras. Os melhores rolamentos vinham da transmissão.

Arborismo

Arborismolissimos (arvorismo) é um esporto radical que consiste na travessia entre plataformas montadas no alto das árvores, ultrapassando diferentes tipos de obstáculos como escadas, pontes suspensas, tirolesas e outras atividades que podem ser criadas. A atividade é muito utilizada no turismo de aventura, para lazer e recreação, e para estudos de fauna e flora das camadas mais altas da floresta.
Terminologia
Por se tratar de um neologismo tão recente, não há registro das palavras nem no VOLP, nem em outros dicionários. Para alguns, as duas formas são perfeitamente corretas e adequadas. Para outros, as regras de derivação na língua portuguesa exigem que os derivados sejam compostos a partir dos radicais das palavras, nesse caso "arbol" ou "arbor", e portanto, "arborismo" seria a forma correta de grafia da palavra. Adicionalmente, "arvorismo" está atrelado ao verbo reflexivo "arvorar-se", e portanto com significado totalmente díspare do esporte radical entre as copas das árvores. Vale registrar que a introdução do termo "arvorismo" no Brasil foi feito por um francês, praticante do esporte, e com conhecimento notoriamente limitado da língua portuguesa. Alguns defensores da possibilidade dupla do termo, afirmam que a palavra árvore vem da palavra latina arbor, arboris. Da palavra já portuguesa árvore, fizeram-se derivados como arvorecer,arvorescência, arvorescente. Só que para a formação de outras palavras, chamadas eruditas, foi-se buscar a raiz latina e se formaram palavras como arborizar, arborização, arborista,arboricultor. No entanto, não se trata de um argumento inquestionável, uma vez que alguns dicionários não apresentam os exemplos citados com a letra "v", embora citem arborescer, arborescência e arborescente. Como se vê, o vocábulo ARVORISMO é formado a partir da palavra portuguesa árvore; já ARBORISMO é formado a partir da raiz latina. Só o uso, ao longo do tempo, vai dizer qual das duas formas irá se firmar, porém como as avenidas são arborizadas e não arvorizadas e utilizamos mais arborização, o mais provável é que fique o "arborismo." A ABETA - Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura se refere a atividade como Arvorismo. A norma da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 15500 cujo escopo é definir os termos usados nas atividades de turismo de aventura está da seguinte maneira: Arvorismo (arborismo) - locomoção por percursos em altura instalados em árvores ou em outras estruturas. Dentro das atividades de turismo de aventura, o que está se firmando é o termo arvorismo.