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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Tuning


Tuning (expressão inglesa traduzida como afinação, optimização ou personalização) ou car tuning (afinação/personalização de carros) é um passatempo que consiste em alterar as características de facto de um automóvel a um nível de personalização extrema. No contexto costuma-se imprimir no automóvel um pouco da personalidade do seu dono; está sendo muito usado para agregar valor desportivo aos carros, tornando-se assim, a arte de dar ao carro mais performance, mais segurança, mais beleza, tornando-o diferente e único. O tuning é aplicável a praticamente todos os componentes de um carro: rodas, pneus, suspensão, alterações no motor, interior, carroçaria, tubos de escape, áudio. Há quem gaste um valor acima do próprio preço do carro com peças e acessórios, como pára-choques, asas, saias,neon, sistemas de NO² (óxido nitroso), etc. Todos estes componentes podem ser revistos de forma a terem um comportamento superior ou um aspecto que torne um carro "de série" em algo exclusivo e único. O tuning não deve apenas tornar o carro mais bonito. As alterações feitas, para além de ter preocupações estéticas, devem acrescentar características ao carro de forma a torná-lo mais potente, não desprezando a segurança e o comportamento do carro, sendo estas as características principais a conseguir. Normalmente estas alterações inspiram-se na competição, tendo os campeonatos de Super Turismo Europeu e Stock car, contribuindo significativamente para a disseminação do Tuning em nível mundial. Lançado em 2001, o filme "Velozes e Furiosos", desencadeou essa tendência pelo mundo inteiro. NN Tuning: Definição de condutor de grande qualidade, capaz de obter excelentes performances na sua condução.
Tuning no Brasil


O desenvolvimento da categoria no Brasil teve maior reconhecimento após o lançamento e consagração pública do filme "Velozes e Furiosos". Até então, a personalização dos veículos era limitada, tanto pela pequena variedade de acessórios e equipamentos disponíveis no mercado, quanto pela própria cultura. Antes da estréia de "Velozes e Furiosos" em 2001, o grande foco eram as competições de som automotivo, sendo a principal tendência automotiva para aqueles que se interessavam por veículos personalizados, e arrancada. Gradualmente, esses admiradores passaram a dispensar uma atenção maior à estética do veículo: rodas, neon, xenon, suspensão e outros acessórios, entravam na composição da nota dos concorrentes em alguns campeonatos de som, enquanto cada vez mais na arrancada os competidores e patrocinadores preocupavam-se, de forma ainda discreta, com a estética de suas máquinas. O marco da história do tuning no Brasil, que também é o marco mundial da consagração do tuning como vertente cultural e atividade econômica, é realmente o filme "Velozes e Furiosos". Após o filme, revistas especializadas de carros tunados e som automotivo e arrancada passaram a dar destaque não só aos veículos "trio elétrico" ou "preparados", e sim àqueles que tinham características da nova tendência que começava a se consolidar, o carro inteiro preparado. Gradativamente, essa tendência foi adquirindo espaço, inicialmente de forma isolada por aficionados por automóveis, que transformavam seus veículos em casa, oficinas e lojas de som, com os acessórios disponíveis no mercado, adesivos, etc. No filme, o principal alvo de transformações são os automóveis esportivos japoneses, como Mazda RX-7, Mitsubishi Eclipse, Honda Civic e Toyota Supra. Os carros possuíam, além da preparação mecânica, adesivos laterais, asas (aerofólios), néon como iluminação noturna, e visual racing (preparação para corridas). E foi exatamente o visual que mais se destacou nos primeiros automóveis que apareceram no Brasil, pelo fato de ser o que mais chamou atenção. As principais diferenças com relações ao filme, que poderiam ser considerados uma "regionalização" do estilo do filme, ficaram por conta tanto dos veículos quanto do nível de preparação. No Brasil, boa parte dos automóveis tunados tinha motor de pequena cilindrada, e eram modelos compactos. A realidade de "carros populares" se transformou, pelo menos no início, na realidade do tuning, ao menos para a maioria dos apaixonados por carro. As alterações mecânicas eram poucas, e como a oferta de peças também era pequena, valia a imaginação. Por isso mesmo, vemos carros que em 2001 eram considerados tuning, hoje totalmente defasados, desatualizados. Além das mudanças citadas acima, a regionalização do tuning no Brasil gerou um novo fruto: O Lixuning. Trata-se de uma série de modificações bizarras e de mau gosto introduzidas no veículo, longe do equilíbrio estético proporcionado no Tuning. No Lixuning, os carros costumam ser socados ao máximo, ser cobertos de adesivos de "manos vida loka s.a", combinações bizarras de peças como lanterna de Ecosport e farol de Celta em Fusca, rodas orbitais em Palio, entre outras modificações estéticas de gosto duvidoso. É, esse é o Lixuning! Hoje, o movimento no Brasil tem mais força, atrai mais investimento, e o mercado é crescente. É possível ver Volkswagen Gol, um carro voltado para o mercado nacional e alguns países da América do Sul, Chevrolet Corsa, que não existe nos EUA, mas é presente no mercado e também é alvo do tuning na Europa, até o Nissan 350 Z, um esportivo de ponta, japonês, e um dos maiores ícones do mercado atual. Apesar de serem os esportivos japoneses da década de 90 os precursores do movimento tuning como ele é conhecido hoje, o mercado japonês é mais fechado. O estilo JDM (Japan Domestic Market) não é tão divulgado. Apenas conhecedores do assunto tem contato com ele, sabem o que significa. Enquanto no Japão o estilo consagrado pelo filme "Velozes" evoluiu, e muito, para o resto do mundo as tendências são outras. Por vários motivos. Os esportivos japoneses são pouco exportados. O drift, movimento automobilístico lá consagrado, não é difundido em larga escala. Em contrapartida, vê-se a toda hora clipes de música Black, ou Hip Hop, com carrões americanos, todo o ambiente de ostentação, e suas enormes rodas (o estilo DUB). E é aí que se encontra o Brasil: descobrindo seu próprio caminho em meio às vertentes mundiais. Os estilos são variados e aumentam a cada dia. Para o japonês, existem o Vip Style, que são carros de grande porte, luxuosos, não necessariamente muito potentes ou novos, e com suspensão muito baixa, ou o JDM, que tem os carros mais parecidos com os do filme, e voltados em grande parte para o drifting. Os europeus têm diversos estilos, diferentes de país para país. Alguns países têm projetos semelhantes aos brasileiros, como Espanha e Portugal, Já os adeptos do tuning nos EUA, vêm ditando as regras, graças à qualidade tecnológica, aos grandes investimentos. Mas o principal fator, atualmente, é a ascensão do Hip Hop na música, que espalha para todo o mundo as imagens do estilo DUB.





Tuning em Portugal

O desenvolvimento do tuning em Portugal teve o seu primeiro pico após a publicação on-line de vídeos de corridas ilegais realizados na Ponte Vasco da Gama, onde se podiam ver carros (geralmente Honda Civic e Integra) a circularem a 250 Km/h. Mais tarde, o lançamento do filme "Rápidos e Furiosos", trouxe a cultura do tuning até às massas. Até então, existia um mercado muito pequeno de acessórios de tuning, sendo a sua maioria apenas sex shop ou de drogas. Mas, acabou por se dar um boom nesse tipo de cultura, popularizando-se a utilização de jantes especiais e outros acessórios como faróis escurecidos ou do tipo "Lexus". Relativamente ao tuning mecânico, também se viu um grande aumento de utilização de filtros de ar e escapes de rendimento, bem como chips com mapas alterados. Então, começaram a surgir muitos carros personalizados, com alterações muitas vezes duvidosas como neons, luzes estroboscópicas, portas do tipo Lamborghini, leds e neons de tabelier, grandes saias laterais, para-choques de grandes dimensões e rede de galinha, etc. Nesta altura deu-se uma ligeira separação entre o tuning mecânico e o tuning estético, uma vez que muitos dos tunes de mecânica não se identificavam com o visual extravagante de algumas preparações, assim como os tuners estéticos não se identificavam com corridas e outras atividades ilegais realizadas pelos tuners mecânicos. Relativamente aos automóveis utilizados para tuning, verifica-se que os mais apetecidos são os japoneses devido à reconhecida fiabilidade da sua mecânica. Estes automóveis conseguiam excelentes prestações com pequenas alterações mecânicas, sem afetar a sua fiabilidade. Era comum ver vídeos de Civic Type-R a 270 Km/h (marcados no velocímetro), a cortar a rotação durante longos quilômetros. Entretanto, este tipo de corridas foi vítima do seu sucesso e a maior repressão policial acabou com as grandes concentrações que se realizavam todos os fins-de-semana por exemplo na Ponte Vasco da Gama.


O Mercado

Com o tuning adquirindo espaço nas ruas e na mídia, o mercado passou a oferecer maiores opções desde o setor de auto-peças e acessórios after-market, até o setor de serviços. Já existem lojas e sites especializados no assunto (e são inúmeros), grandes lojas possuem departamentos voltados para esse público alvo, e os fabricantes têm a preocupação do feedback dos clientes. Pode-se dizer que o tuning é uma atividade mais dinâmica que a preparação de motores, pois as novidades aparecem em ritmo frenético, constante, com novos materiais, idéias, e equipamentos a cada dia.

Tuning e Internet


A rapidez do surgimento de novidades no mundo do tuning se deve, em grande parte, à agilidade dos meios de comunicação atuais. É um dos assuntos do mundo automobilístico mais em pauta na Internet. Devido ao fato da grande maioria dos adeptos desse fenômeno serem jovens, faixa etária que condiz com a realidade do uso da internet como meio de comunicação, a interação entre os adeptos é grande. Com o tuning, surgiram os clubes e fóruns do assunto na internet, e até mesmo clubes de proprietários de marcas e modelos que já existiam passaram a discutir o assunto e a possuir fóruns específicos e voltados para a personalização e tuning. É comum nesses fóruns a troca de informações e dicas sobre o uso de peças e acessórios, envio de fotos dos carros de cada participante. Dessa forma, cada transformação realizada, e também o know-how, lojas, fornecedores, tudo é disseminado de forma quase instantânea. Outro fator que impulsiona o mercado, são os eventos, que ocorrem principalmente nas grandes capitais, mas que aos poucos vão tomando conta de todo o pais. Muitas empresas investem nesses eventos, como patrocinadoras, visando atingir um público alvo e seleto que tem possibilidades financeiras para aplicar o Tuning até mesmo em seu próprio carro. Nesses eventos acontecem também campeonatos de Som, Tuning e carros rebaixados, mostrando que o mercado de Personalização está ficando cada vez mais unificado, com isto, surgindo empresas especializadas em realizar estes campeonatos, como por exemplo o, "Velocidade Máxima", que hoje está enquadrado entre as principais promotoras do Tuning no Brasil.
Tuning pelo Mundo
Tuning Alemão - dá-se mais importância às alterações mecânicas mas não esquecendo os elementos principais, como as saias laterais, as jantes pequenas e largas com pneus de perfil muito baixo, os para-choques "racing", e a rebaixada suspensão que deixa o carro quase encostando ao chão.
Tuning Francês - é radical, mas neste caso dá-se mais importância às aerografias (vinis e pintura).
Tuning Brasileiro - largos body kits, gigantescas jantes, e uma pintura incluindo os tribais que dão grande estilo ao carro, alterações mecânicas, o nitro, e os neons;
Tuning Português - Quando se pensa no tuning português, pensa-se nos carros da Honda, Subaru e BMW a correrem na Ponte Vasco da Gama a mais de 240km/h. No entanto, isto não tem nada a ver com Tuning, mas sim comStreet Racing. No entanto, há uma ligação directa: foram estas corridas de Street Racing, muitas vezes noticiadas nos telejornais que deram notoriedade à preparação dos automóveis. Em Portugal é difícil realizar o Tuning devido à legislação muito repressiva, mas actualmente já se consegue legalizar facilmente quase todas as modificações exceptuando de travões (freios) e amortecedores. Longe vão os dias que era proibido aplicar uma película nos vidros do carro e que era extremamente difícil legalizar umas jantes de medida superior à que vem no livrete do carro. A nível de empresas, contamos com Bypower, Fmania, Tuning Party, UP Tuning, Mais Tuning, etc.
Tuning Japonês - resume-se a um estilo racing, denominado como JDM (japanese domestic market)

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Truck Trial


Competições de ensaios ou ensaios ( engl. julgamento "teste") são testes de habilidade no pesado terreno , onde nem as limitações de distância ou marcas tocou nem ser interrompido. O tempo decorrido para a colocação não desempenha nenhum papel. Em Inglaterra Trials são para o desenvolvimento do automóvel negado.
Ensaio carro
Carros julgamento foram-se na 80 anos, principalmente a auto-construção de um dünnbeplankten quadro espaço com um velho motor de carro usado . Uma manivela no volante e cada um com uma parte do freio de mão nas rodas traseiras direita e esquerda para a manipulação de otimizar. As corridas experimentais foram especialmente no final dos anos 40 - e 50 -anos popular nas ilhas britânicas, bem como uma com limitados recursos financeiros e materiais, mas entusiasmado "mexer" emocionante automobilismo poderia apresentar. Muitos motoristas nos graus mais elevados ganhou como no hillclimb aqui seu primeiro mérito , como Ken Wharton , que está acima na Fórmula 1 conseguiu.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Corridas Proibidas


Racha, também chamado popularmente de pega, é uma forma de corrida ilícita praticado em áreas urbanas, rural ou rodovias com automóveis e/ou motocicletas. Rachas podem ocorrer de forma espontânea entre os competidores, que eventualmente se encontram, ou praticada de forma premeditada com auxílio da internet e celulares para que não chame atenção das autoridades. Em muitas cidades, assim como conduzir alcoolizado, o racha é um dos principais causadores de acidente de trânsito graves.



Tipos Equipes 

Os rachas no Brasil apesar de ilegais, são muito bem organizados entre os praticantes. Tamanha é a organização, que é difícil até para a polícia prever a ação dos infratores. Nessas corridas clandestinas, há várias equipes de competidores espalhadas por todo o Brasil. As mais famosas são de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Ribeirão Preto e algumas cidades do Sul de Minas Gerais. Em 2007 uma dessas equipes foi flagrada organizando corridas ilegais em Piracicaba, de 20 membros, apenas 3 foram presos, todo o resto do grupo era composto por menores de idade, uma banalidade nesse meio.

Arrancada 

Baseada nas competições de dragsters e prova de arrancadas, neste tipo de disputa, os competidores estipulam um pequeno trecho em linha reta, geralmente menos de um quilômetro, e com os carros parados, aceleram e avançam após algum sinal, ganha quem chegar antes na linha predeterminada pelos competidores. Pode envolver vários competidores. Em arrancadas, é fundamental ao competidor calcular as mudanças de marcha para otimizar o tempo da troca, também é comum o tuning especializado somente para arrancadas.


Ponto a ponto

Neste tipo, os competidores determinam o ponto de chegada, e partem do mesmo ponto de partida, ganha quem chegar antes no ponto de chegada, pode-se usar caminhos alternativos pelos competidores como atalhos, estradas menos movimentados e cortes de caminho. Também pode ser praticado com mais de dois competidores. É um dos estilos de corrida mais comuns no Brasil e em outras partes do mundo. Exige mais técnica e habilidade em manobras, além de um grande senso de navegação. A maioria dos corredores são jovens, muitas vezes até menores de idade. Mulheres são geralmente a companhia principal dos corredores, são elas chamadas por eles de mascotes. No Ponto a Ponto mais vidas são colocadas em perigo, tendo em vista que cruzam regiões urbanas e não respeitam limites nem regras. Algumas cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Piracicaba, Campinas têm muitas equipes de rachas, e corredores que acabam por se tornar personalidades no meio clandestino e entrar para um suposto "ranking". São notórios: Marcus Point (apelidado de o rei dos rachas em 2007), Rapina, conhecido por ter corrido na Stock Car, Judeu, conhecido na Arábia Saudita, além dos irmãos Pardal e Noinha Speed que são considerados precursores de novo estilo. Todos estes nomes são muito conhecidos pela polícia de Campinas e todos estão foragidos desde o último evento no final de 2008 (uma ação sigilosa da polícia e de alguns infiltrados, que identificou a maioria dos participantes) no chamado Galpão, que se localiza na zona sul de Campinas, onde haviam corridas ilegais desde 2007 e que hoje está interditado. O Brasil é o quarto país onde se disputam mais rachas nesse estilo, perdendo apenas para Estados Unidos, Japão e Arábia Saudita onde a juventude vê as corridas como meio de fugir da repressão. Essas corridas despertaram o interesse de Hollywood recentemente e um filme poderá ser estrelado no Brasil. 

Derrapadas ou Drift 

Conhecida pelos corredores como "drift" é um estilo onde os carros andam de lado, fazendo manobras arriscadas com o auxílio do freio de mão. Pouco frequente no Brasil esse tipo de disputa é dominada apenas pelos "Monstros do Asfalto" que são corredores que estão entre os vinte melhores do Brasil, e correm na região da Grande São Paulo.


Motivações 

São vários os motivos da pratica, entre eles, a atração pela velocidade e adrenalina, ostentação de veículos potentes, apostas por dinheiro ou outro, além de envolver mulheres, festas e disputas pessoais.

Travis Pastrana: uma lenda viva que aproveita ao máximo suas 199 vidas


Na Austrália, 'Esporte Espetacular' conhece o Circo Radical do aventureiro; mesmo com 60 ossos quebrados, astro continua a se arriscar nas manobras Lenda dos esportes radicais, o americano Travis Pastrana começou a andar de moto aos 4 anos. Hoje, aos 27, com mais de 60 ossos quebrados e 15 cirurgias, ele continua querendo viver ao extremo. Considerado o maior piloto da história do motocross estilo livre, Pastrana se aposentou da categoria há três anos. Atualmente, além de correr na Nascar, virou mestre de cerimônias de uma exibição, no mínimo, "diferente". Por isso, o "Esporte Espetacular" foi até a Austrália conhecer de perto o Circo Radical de Pastrana. Trinta mil pessoas foram ao estádio Skilled Park, na cidade de Gold Coast, para ver a novidade. O circo reúne um grupo de pessoas apenas para desafiar limites, sem competições ou prêmios. - Os participantes não estão preocupados com pontos, tempo ou com o que os outros estão fazendo. O importante aqui é o espetáculo - disse o mestre de cerimônias. No espetáculo, entra qualquer objeto que tenha ou possa vir a ter rodas, desde um velocípede até uma prancha de bodyboard. Aaron Fotherinham, de 19 anos, desceu a rampa em uma cadeira de rodas. Uma má formação na coluna o faz depender do equipamento desde os três anos de idade. Aaron começou a frequentar as pistas para assistir às manobras do irmão, que é atleta de FMX, nas bicicletas. Depois de muitos olhares, resolveu imitar os movimentos. Na chegada de Aaron, os participantes o aguardavam no final da rampa para os cumprimentos. Uma das exibições mais esperadas era do mestre de cerimônias, que não saltou graças a uma perna machucada.


Travis sempre exibe na camisa o número 199, em referência ao ano em que virou piloto profissional, 1999. Mas uma "lenda" afirma que é porque o americano tem 199 vidas. Ele evita falar sobre as lesões que sofreu. Quando tinha 14 anos, errou a aterrissagem de um salto e, num acidente incrível, ficou duas semanas em coma. Ao acordar, seu primeiro pensamento foi subir em uma moto de novo, pois sabia que poderia realizar aquele salto.


Hoje, aos 27 anos, ainda sei que a recompensa é muito maior que o risco. Sou tão apaixonado por tudo isso que acordo todos os dias com um sorriso no rosto. Muitas pessoas não terão essa experiência - finalizou.